Expedição Terra de Gigantes 2019 – Resenha Pedro Posso

Expedição Terra de Gigantes 2019 – Resenha Pedro Posso

Eu, Leandro, quero agradecer pelo convite pra completar a equipe Tupi Aksa. Foi um prazer correr com vocês.

Pra você que nos acompanha por aqui, peço desculpas por ainda não ter colocado nada sobre o TG500km 2019, mas infelizmente eu perdi todas as minhas fotos e videos da prova com meu antigo HD, ai já viu neh, fiquei muito chateado. Se conseguir recuperar teremos mais conteúdo. Mas, vida que segue.

Com todos os integrantes numa prova desse nível (500km) aprendemos muito durante os 6 dias de competição. Tudo em nós é testado ao limite, assim como um equipamento fabril sobre avaliação de certificação de qualidade para ser liberado ao público. Nossos sentimentos, nossos valores, nossas aceitações, nossas limitações, nossa capacidade de lidar com o diferente, nossas frustrações, todo vai ao limite, ali, na hora, e posso dizer que aprendi demais sobre o “poder do silêncio” e o foco impar no objetivo com esse excelente rapaz, quieto, sereno e muito forte, Pedro Posso, o incansável!

Por Pedro Posso

“Antes tarde do que nunca!

Aoooohhhhhhh
Este grito virou marca registrada, assim estava cumprimentando até os colegas de trabalho.

Agradeço demais essa equipe e o nosso treinador The Killer (Daniel Franquim)!
Eu me planejei para esta prova desde o começo do ano, agendei férias, comprei equipamento, horas e horas de treino, e quase não rolou.
A formação se deu uns 30 dias antes, e o quarteto nem treinou junto, mas apesar das faíscas (citado by Hevelyn), nos comportamos bem e fomos, cada um ao seu estilo, até o final.
Atingimos nosso objetivo que era fazer a prova full course, e sou muito grato a todos por isso! Fiquei com a sensação que ano que vem pode ser melhor.

O primeiro trekking foi bem divertido com o rogaine, mas a canoagem nem tanto. Os 70 km naquelas poucas posições foi sofrido, senti o sono com a virada do dia, mas passamos ilesos pela corredeira principal. Quase viramos em outra quando o Leandro quis colocar mais emoção, mas no final deu certo.

Canoagem noturna

Talvez uma soneca de 15 min fosse válida, porque depois do penúltimo PC (ponto de controle) ficamos lentos. Mas usar o neoprene na canoagem foi uma boa, não passamos frio!

 

Mandamos bem na primeira bike, recuperamos várias posições, com a soneca na medida certa, foi possível navegar com maior precisão.

Na travessia do canion, nós seguimos o plano, de atravessar e ficar completamente secos. Deu certo, mas acho que a logística poderia ser melhor ou mais simples.
Por exemplo, estancar somente as roupas e comidas, e colocar as mochilas no saco de lixo, sei lá.
Mas essa parte foi top! Adrenalina pura, atravessar o canion com a água gelada, subir na pedras, pegar a escada, da horaaaaa!

No trekking 2 fizemos uma parada na casa do Edinho, que nos recebeu com um queijo não controlado pela Anvisa e o café mineiro – morno, melado e fraco, mas estava uma delicia!
Ali dormimos uma hora ao som da rádio católica, e do sermão que murmurava nos ouvidos, tirei o mantra para seguir até o final, Coragem, Confiança e Perseverança.
E assim foi preciso. Nós e algumas equipes não encontramos a trilha certa para chegar no PC24, logo passamos a noite em um casebre.

Pico da Bandeira (1750m) MG

No dia seguinte, seguimos na busca do 24, e na trilha certa fomos até pc 26. Mas sobe viu….
Batemos um pouco de cabeça no 27, e acertamos ao não insistir no rasga mato do 28.
Todos tivemos altos e baixos, mas acho que o final deste segundo trekking deu uma quebrada geral, talvez porque ficamos isolados, perdemos Os Tião de vista, ou foi o acumulado de prova.

PC 28

No meu caso foi o pé também. Minha primeira experiência com muitas bolhas deu ruim. Senti dor pra caceta, apesar dos orientações do Paulista, não consegui melhorar o quadro.
Fisicamente estava bem, mas descer uma ladeira era como por o pé na frigideira, e assim foi nos 13 kms até o AT.

Depois de passar no corte (PC29), talvez tenhamos dado uma relaxa no ritmo, afinal era só chegar (170 km rs). A transição foi bem tranquila (e demorada), e logo ao sair, pneu furado. Depois pegamos uma serrinha com o sol na jaca, fritando.

PC Pré-Pizza…

Subimos a maior serra durante a noite, comemos uma pizza e descemos na madruga.
Paulista estava filtrando o caminho todo e perdeu as mangas rs, mas foi na raça!

Último PC (38)

6 dias de aventura = cagar no mato, comer porcaria, melar a cueca de vaselina, encher o pé de bolha, feder cachorro molhado, dormir ao relento, dormir em movimento, entre outras coisas que não se faz no dia a dia.

Pra mim, foi du car….lho!
Espero que também tenho sido para vocês!
E mais uma vez obrigado, só conseguimos porque trabalhamos como unidade.”

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