Simulado de Aventura #03 + Dias do Pais

Simulado de Aventura #03 + Dias do Pais

Confira as fotos da nossa diversão no simulado de aventura.

Já transformei centenas de vidas. Transformar vidas é minha missão.

Já fiz pessoas sedentárias, com obesidade, com auto estima e inseguras mudarem sua perspectiva sobre a vida através da bicicleta e dos exercícios físicos. Continuo e sempre continuarei de alguma forma nesse objetivo.

Dessa vez, no simulado de aventura que promovi exclusivamente para os alunos e membros do Clube Teiú, tive a oportunidade de estimular futuras gerações. Foram 3(três) adolescentes Arthur, Pedro, Arthur de 15 anos e o Yuri de 8 anos. Os valores, disciplina e resiliência que o esporte desenvolve formam um caráter robusto nos adeptos. Com isso em mente, saber que posso estar dando o estimulo para gerar o salto de campeões pra vida e talvez até para o esporte, me faz ter a certeza de estar no caminho certo, e nunca parar. Ah, a Tais Rinco, mãe de dois dos adolescentes, é uma exímia promotora da saúde, ela sempre leva consigo mais e mais pessoas para transformar. Parabéns Tais.

Só que toda história tem dois lados, talvez até três. Você incentivar quem não vê necessidade é muito mais difícil. E é uma missão que pode haver conflitos se não houver compreensão das partes. Imagine o cenário: Por um lado o incentivador, motivado, cheio de vontade, tem a missão de desenvolver a pessoa que não tem interesse em aprender. O resultado pode ser positivo para a pessoa que não tem interesse, caso a metodologia de trabalho do incentivador tenha congruência com outras motivações da pessoa para de alguma forma motivá-la a aprender. Ou pode desmotivar o incentivador que não consegui desenvolver a pessoa e se sentir frustado.

Ao longo de 16 anos de educação física, aprendi a RESPEITAR. Cada pessoa tem seu momento, tem seu chamado, tem seu tempo. Aprendi que o melhor para todos os lados é esperar o pedido de ajuda. Assim no cenário que exemplifiquei acima, ninguém sai desmotivado do processo. E digo mais, pode ser que esse pedido de ajuda demore a vir, ou até nunca venha, e a única coisa a se fazer é esperar e respeitar.
Ouvi recentemente um comentário no Spotify do Pure Malte, na qual o Felipe Miranda, fala da dicotomia em criar um filho(a). Analisado pelo lado financista dele, entendi que parece doido você investir por tão longo prazo, vendo tantas quedas no meio do processo e continuar acreditando na alta no final. Em termos, significa parecer uma loucura investir por 24 anos ou mais, num filho que estará sempre te enfrentando, descordando, mas que em sua vida adulta irá agradecer pelas lições da fase de formação. E com base nesse aspecto acho que entro com o processo que aprendi ao longo desses anos atuando, é necessário RESPEITAR, e esperar, mesmo que possa não acontecer.

Obrigado aos pais, Rodrigo, Bruno e Koike e ao demais pais que incentivam seus filhos todos os dias sem a certeza dos resultados. Parabéns, tenho muito a aprender com vocês.

Abraço,

Leandro Fredericci
Fundador Teiú Aventura Assessoria Esportiva

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